Luz própria no Parque Barigui

Luz própria no Parque Barigui

Luz própria no Parque Barigui. Sim, o maior e mais querido parque de Curitiba tem autonomia energética. Um projeto piloto implantado no Parque Barigui vai testar o funcionamento de pequenas gerações própria s de energia elétrica como solução para a gestão eficiente da energia e o abastecimento em momentos de indisponibilidade da rede de distribuição de energia.

O sistema de microrrede é resultado de um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento realizado pela Copel, em parceria com a Universidade Federal do Paraná e a prefeitura de Curitiba.

Pelo projeto financiado pela Copel, foram implantados uma vaga para recarga de veículo elétrico com geração solar e um sistema que faz a gestão da microrrede, que abrange parte do prédio do Imap (Instituto Municipal de Administração Pública, de Curitiba). Esta parte do edifício agora pode funcionar em “ilha”, ou seja, desconectado do sistema da Copel, com apoio de um sistema de inversor híbrido e baterias. O conjunto se soma à estrutura que gerava energia no parque, por meio de uma micro central hidrelétrica (MCH) e uma unidade de geração fotovoltaica.

Foram dois anos de pesquisa até a implantação do piloto, que quer validar na prática a metodologia desenvolvida em laboratório, e também disseminar conhecimentos sobre energia e sustentabilidade. O trabalho vem sendo coordenado pelo professor da UFPR Alexandre Rasi Aoki, com a participação de outros docentes, de estudantes, consultorias e uma empresa parceira. Através da constituição da microrrede e do seu gerenciamento, espera-se reduzir a demanda de pico no circuito alimentador e as perdas no sistema elétrico, além de aumentar a eficiência energética de todo o sistema.

No evento de inauguração, o prefeito Rafael Greca destacou o caráter inovador do projeto: “É possível demonstrar que, se desligarmos a rede da Copel, a energia solar pode iluminar o recinto. Isto nos fascina porque esta é uma pequena sala, mas é um grande passo para o futuro de Curitiba e da humanidade”, declarou.

O diretor de Distribuição da Copel, Maximiliano Andres Orfali, destacou que a tecnologia deve ser utilizada em larga escala no futuro e ressaltou a importância das parcerias para o desenvolvimento de inovação: “Ganha a cidade de Curitiba que agora tem à sua disposição um sistema ultramoderno, ganha a Universidade Federal do Paraná, que tem a possibilidade de ofertar para os professores e para os alunos um sistema didático em que é possível estudar e aprender, e também ganha a Copel, que pode testar estes conceitos”, enumerou.

Ao fim das pesquisas, a Copel espera tornar-se detentora de uma metodologia capaz de simular cenários futuros do sistema de distribuição, antecipando os impactos positivos e negativos na rede. O projeto beneficia a sociedade como um todo, considerada a qualificação dos profissionais envolvidos e a construção de novos conhecimentos sobre energias renováveis, redes elétricas inteligentes e microrredes.

Microrrede

A criação de microrredes é vista como um dos elementos-chave no futuro da distribuição de energia, pois a relação entre consumo e produção de energia se torna mais horizontal. Em uma eventual falha no sistema de distribuição da concessionária de energia, as unidades geradoras de uma microrrede podem ser isoladas de forma automática e passam a alimentar a área durante o período de contingência.

É o que já está acontecendo de modo pioneiro em São Miguel do Iguaçu, no Oeste do Paraná, onde uma microrrede foi formada há sete meses, por meio de uma parceria entre moradores locais, Copel e Itaipu. A Granja Colombari se tornou fonte de abastecimento próprio e para outras três unidades consumidoras vizinhas, ampliando a segurança energética no campo.

Um projeto piloto implantado no Parque Barigui vai testar o funcionamento de pequenas gerações próprias de energia elétrica como solução para a gestão eficiente da energia e o abastecimento em momentos de indisponibilidade da rede de distribuição de energia. O sistema de microrrede, inaugurado na última sexta-feira (06), é resultado de um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento realizado pela Copel, em parceria com a Universidade Federal do Paraná e a prefeitura de Curitiba.

Pelo projeto financiado pela Copel, foram implantados uma vaga para recarga de veículo elétrico com geração solar e um sistema que faz a gestão da microrrede, que abrange parte do prédio do Imap (Instituto Municipal de Administração Pública, de Curitiba). Esta parte do edifício agora pode funcionar em “ilha”, ou seja, desconectado do sistema da Copel, com apoio de um sistema de inversor híbrido e baterias. O conjunto se soma à estrutura que gerava energia no parque, por meio de uma micro central hidrelétrica (MCH) e uma unidade de geração fotovoltaica.

Foram dois anos de pesquisa até a implantação do piloto, que quer validar na prática a metodologia desenvolvida em laboratório, e também disseminar conhecimentos sobre energia e sustentabilidade. O trabalho vem sendo coordenado pelo professor da UFPR Alexandre Rasi Aoki, com a participação de outros docentes, de estudantes, consultorias e uma empresa parceira. Através da constituição da microrrede e do seu gerenciamento, espera-se reduzir a demanda de pico no circuito alimentador e as perdas no sistema elétrico, além de aumentar a eficiência energética de todo o sistema.

No evento de inauguração, o prefeito Rafael Greca destacou o caráter inovador do projeto: “É possível demonstrar que, se desligarmos a rede da Copel, a energia solar pode iluminar o recinto. Isto nos fascina porque esta é uma pequena sala, mas é um grande passo para o futuro de Curitiba e da humanidade”, declarou.

O diretor de Distribuição da Copel, Maximiliano Andres Orfali, destacou que a tecnologia deve ser utilizada em larga escala no futuro e ressaltou a importância das parcerias para o desenvolvimento de inovação: “Ganha a cidade de Curitiba que agora tem à sua disposição um sistema ultramoderno, ganha a Universidade Federal do Paraná, que tem a possibilidade de ofertar para os professores e para os alunos um sistema didático em que é possível estudar e aprender, e também ganha a Copel, que pode testar estes conceitos”, enumerou.

Ao fim das pesquisas, a Copel espera tornar-se detentora de uma metodologia capaz de simular cenários futuros do sistema de distribuição, antecipando os impactos positivos e negativos na rede. O projeto beneficia a sociedade como um todo, considerada a qualificação dos profissionais envolvidos e a construção de novos conhecimentos sobre energias renováveis, redes elétricas inteligentes e microrredes.

Luz própria no Parque Barigui

A criação de microrredes é vista como um dos elementos-chave no futuro da distribuição de energia, pois a relação entre consumo e produção de energia se torna mais horizontal. Em uma eventual falha no sistema de distribuição da concessionária de energia, as unidades geradoras de uma microrrede podem ser isoladas de forma automática e passam a alimentar a área durante o período de contingência.

É o que já está acontecendo de modo pioneiro em São Miguel do Iguaçu, no Oeste do Paraná, onde uma microrrede foi formada há sete meses, por meio de uma parceria entre moradores locais, Copel e Itaipu. A Granja Colombari se tornou fonte de abastecimento próprio e para outras três unidades consumidoras vizinhas, ampliando a segurança energética no campo.

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